SENAI/SC-Palhoça ministrará CURSO para mecânicos de aeronaves do CIOPAer–MT
A única escola de aviação civil das Américas premiada na Competição Mundial na área de Manutenção de Aeronaves (World Skills), SENAI/SC-Palhoça, passará a ministrar CURSO para mecânicos de manutenção de aeronaves do CIOPAer-MT ainda em 2019.
A contratação foi autorizada no dia 05 de setembro de 2019 e publicada no Diário Oficial do Estado de Mato Grosso através de Dispensa de Licitação com fulcro no artigo 24, inciso XIII da Lei Federal nº 8.666/1993 .
Referência em treinamentos
Os cursos vão atender as áreas de: Controle Técnico de Manutenção (CTM), Inspeção e Manutenção das aeronaves AS 350 B2/ AS 350 B3 (H125) – para os militares da Equipe Técnica do CIOPAer/SESP-MT. O SENAI/SC-Palhoça possui, em seu portfólio de treinamentos, mais de 50 cursos diferentes que poderão atender a Aviação de Segurança Pública.
Segundo o Coordenador dos Cursos Técnicos em Manutenção de Aeronaves, Prof. Me. Thiago Carvalho:
“O SENAI/SC-Palhoça está se tornando referência em treinamentos quanto se trata de Segurança Pública e Forças Armadas. Por se tratar da situação ímpar que ocupa de ser a única, sui generis, Empresa de Defesa que possui serviços educacionais, compondo assim a Base Industrial de Defesa (BID). Dessa forma, estamos suportando o CIOPAer- MT para atendimento da sua missão que é executar o policiamento ostensivo, pelo processo aerotransportado, em território mato-grossense.”
Indubitavelmente, parcerias como esta visam consolidar a segurança das operações. O caminho certo para a atenuação do fator contribuinte – manutenção de aeronaves – de ocorrências aeronáuticas é o treinamento com profissionais de excelência e notório saber.

SENAI/SC-Palhoça
Maiores informações através do telefone: +55 48 3341-7800.
“Se você pensa que capacitação custa caro, experimente um acidente.” Prof. Me. Thiago Carvalho.
Glossário — Treinamentos do SENAI/SC-Palhoça para mecânicos (CIOPAer–MT)
Clique para ir direto ao termo (ordem alfabética):
- Aerotransportado (processo)
- AS350 B2/B3 (H125)
- Atenuação do fator contribuinte (manutenção)
- Aviação de Segurança Pública
- Base Industrial de Defesa (BID)
- CIOPAer/SESP-MT
- CTM — Controle Técnico de Manutenção
- Dispensa de Licitação (art. 24, XIII)
- Empresa de Defesa
- Equipe Técnica
- Inspeção e Manutenção
- Manutenção Aeronáutica
- Notório saber
- Policiamento ostensivo aerotransportado
- Portfólio de treinamentos
- Referência em treinamentos
- SENAI/SC-Palhoça
- Treinamento (curso)
- WorldSkills (Competição Mundial)
Aerotransportado (processo)
Conjunto de operações feitas com apoio de aeronaves (helicópteros/aviões) para cumprir missões institucionais. Na Segurança Pública, dá rapidez, alcance e visão aérea às equipes em solo.
AS350 B2/B3 (H125)
Família de helicópteros “Esquilo” citada no artigo como foco dos treinamentos de inspeção e manutenção. É amplamente usada por forças de segurança no Brasil.
Atenuação do fator contribuinte (manutenção)
Reduzir a probabilidade de a manutenção contribuir para uma ocorrência aeronáutica. Faz-se com treinamento padronizado, procedimentos claros e cultura de segurança.
Aviação de Segurança Pública
Uso de aeronaves por órgãos de segurança (polícias, defesa civil etc.). Exige formação específica de tripulantes e mecânicos para cenários operacionais intensos.
Base Industrial de Defesa (BID)
Conjunto de organizações que apoiam as capacidades de defesa do país. No artigo, o SENAI/SC-Palhoça é mencionado como empresa de defesa com serviços educacionais.
CIOPAer/SESP-MT
Centro Integrado de Operações Aéreas da Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso. Mantém equipe técnica e frota para missões policiais e de resgate.
CTM — Controle Técnico de Manutenção
Gestão de registros, programação e rastreabilidade de serviços na aeronave. Abrange cadernetas, fichas, planos de inspeção e controle de componentes.
Dispensa de Licitação (art. 24, XIII)
Forma legal de contratação direta pelo poder público, prevista na legislação de compras, aplicável em situações específicas como capacitação/treinamento técnico.
Empresa de Defesa
Entidade credenciada a fornecer produtos/serviços estratégicos para a defesa. No texto, destaca-se o caráter “sui generis” de oferecer também educação técnica.
Equipe Técnica
Profissionais (mecânicos, inspetores, engenheiros) que executam e controlam manutenção e inspeções, garantindo aeronaves prontas e seguras para a missão.
Inspeção e Manutenção
Atividades planejadas para manter aeronaves dentro dos limites de aeronavegabilidade. Incluem verificar, ajustar, reparar e registrar o serviço realizado.
Manutenção Aeronáutica
Conjunto de ações técnicas (preventivas e corretivas) para assegurar a aeronavegabilidade contínua. Envolve pessoas qualificadas, manuais, ferramentas e registros.
Notório saber
Reconhecimento de competência técnica destacada. Em treinamento aeronáutico, indica instrutores com experiência comprovada e resultados consistentes.
Policiamento ostensivo aerotransportado
Apoio aéreo a operações policiais visíveis ao público (patrulhamento, perseguições, buscas e resgates). Depende de aeronaves e manutenção confiáveis.
Portfólio de treinamentos
Conjunto de cursos disponíveis. O artigo cita uma oferta ampla (dezenas de cursos) que atende às demandas da aviação de Segurança Pública.
Referência em treinamentos
Status de centro formador reconhecido pela qualidade. Resulta de equipe experiente, estrutura adequada e alinhamento a padrões da indústria.
SENAI/SC-Palhoça
Escola de aviação civil citada no artigo como responsável pelos treinamentos à equipe técnica do CIOPAer-MT, com histórico de excelência.
Treinamento (curso)
Formação teórico-prática, com conteúdos alinhados a manuais, procedimentos e realidade operacional do operador (no caso, helicópteros AS350/H125).
WorldSkills (Competição Mundial)
Competição internacional de educação profissional. O artigo lembra a participação premiada ligada ao SENAI/SC-Palhoça na modalidade de manutenção aeronáutica.
FAQ — Perguntas Frequentes
P: O que o CTM cobre no dia a dia de um operador como o CIOPAer?
R: Planejamento de inspeções por horas/ ciclos/ calendário, controle de componentes e de vida útil, registro em cadernetas, atualização de diretivas/boletins e liberação de retorno ao serviço.
P: Qual a diferença prática entre “inspeção” e “manutenção” nos treinamentos?
R: Inspeção é examinar e medir para comparar com limites; manutenção é intervir (ajustar, reparar, substituir). Em curso, aprende-se quando cada ação é necessária e como registrar corretamente.
P: Por que a frota AS350/H125 aparece tanto em cursos para Segurança Pública?
R: Porque é um helicóptero muito difundido nesse segmento, com ampla rede de suporte e vasta documentação. Padronizar treinamento nele gera ganhos de disponibilidade e segurança.
P: Como a “atenuação do fator contribuinte” se traduz no hangar?
R: Em práticas como dupla checagem, uso de checklists, padronização de torques/folgas, controle de ferramentas e atualização contínua dos mecânicos.
P: O que significa o SENAI/SC-Palhoça ser citado como “empresa de defesa” com serviços educacionais?
R: Que, além de atuar na formação profissional, integra o ecossistema de defesa, atendendo demandas estratégicas com cursos alinhados a requisitos operacionais de Estado.
P: A contratação por “dispensa de licitação” muda algo no conteúdo do curso?
R: Não. É um rito de contratação; o conteúdo continua baseado em manuais, requisitos do operador e boas práticas de manutenção aeronáutica.
P: Quais competências um mecânico desenvolve num curso como o descrito?
R: Leitura de manuais, aplicação de procedimentos, medições com instrumentos, interpretação de limites, boas práticas de segurança e registro fiel do trabalho.
P: Como medir se o treinamento trouxe resultado?
R: Por indicadores como redução de retrabalho, cumprimento do plano de inspeções no prazo, menos achados recorrentes e aumento de disponibilidade da aeronave.
P: Por que citar a WorldSkills num texto sobre cursos para mecânicos?
R: Porque o histórico de bons resultados em competições internacionais reforça a qualidade da formação e da equipe que conduz os treinamentos.
P: Quem compõe a “equipe técnica” atendida pelo curso?
R: Mecânicos, inspetores e gestores de CTM do operador, que participam de conteúdos teóricos e práticos voltados à sua frota e missão.
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